O serviço de guincho para motos é um daqueles heróis anônimos do trânsito. Quem anda de moto sabe que, por mais que a manutenção esteja em dia, imprevistos acontecem: um pneu furado, uma pane elétrica do nada ou até mesmo uma queda.
E carregar ou empurrar uma moto quebrada por quilômetros simplesmente não dá. É aí que entra o guincho especializado.
Aqui está tudo o que você precisa saber sobre como funciona esse serviço, os cuidados necessários e como escolher um.
Diferente dos carros, as motos exigem uma logística de transporte bem específica para evitar quedas e arranhões durante o trajeto. Os tipos mais comuns de guincho para moto são:
Plataforma com Rampas: O guincho (geralmente uma caminhonete ou caminhão pequeno) possui uma plataforma que desce até o chão. A moto é empurrada ou puxada por um cabo de aço rampa acima.
Inspeção e Fixação: Esta é a parte mais importante. A moto nunca vai solta. Ela é presa por cintas de amarração (catracas) em pontos estratégicos do chassi e guidão, mantendo-a de pé e imóvel.
Suporte de Roda (Chock): Os melhores serviços utilizam um suporte de metal onde a roda dianteira fica encaixada, garantindo estabilidade total antes mesmo de passar as cintas.
Se você precisar acionar um guincho, fique atento a estes detalhes para garantir que sua "parceira de duas rodas" chegue intacta:
Cuidado com as Carenagens: As cintas de fixação não devem apertar partes plásticas ou fiações expostas, pois a pressão pode quebrá-las.
Suspensão não deve ser "esmagada": A moto precisa ser comprimida pelas cintas para não pular, mas apertar demais a suspensão dianteira pode estourar os retentores da bengala.
Protetores de Cinto: Empresas profissionais usam proteções de tecido ou borracha nas cintas para evitar que o atrito risque a pintura do tanque ou do guidão.
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